A atipicidade estrutural do uso do não após a reforma ortográfica

Thiago Soares de Oliveira

Resumo


Com a assinatura do Acordo Ortográfico de 1990, os substantivos compostos iniciados pelo prefixo não deixaram de ser marcados graficamente pelo hífen. Diante disso, este trabalho tem como objetivo nuclear a análise teórica sucinta da situação semântico-morfológica em que tal vocábulo, empregado como prefixo, passa a se enquadrar, valendo-se, para tanto, das disposições contidas nos principais compêndios gramaticais e do conhecimento produzido a partir de publicações nessa área de interesse. Por fim, chega-se à conclusão  de que o vocábulo não passa a se posicionar como um prefixo solto em relação à sua base lexical, adquirindo independência estrutural; em contrapartida, diminuem-se as possibilidades propositadas de  manejo semântico em razão da queda do hífen.


Palavras-chave


Língua Portuguesa

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.19123/eixo.v2i2.116