CONSIDERAÇÕES ACERCA DOS DISCURSOS COREOGRÁFICOS DOS BLOCOS AFRO ILÊ AIYÊ, OLO DUM, MALÊ DEBALÊ E BANKOMA

Nadir Nóbrega Oliveira

Resumo


Este trabalho foi tecido pelas minhas experiências nos blocos afros
Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê e Bankoma. Estes blocos fundados em territórios fecundados por patrimônios de valores e linguagens milenares afro-brasileiro aprenderam e ensinaram a fazer arte, cultura, cidadania e alterar as vidas de muitos jovens também pela tradição oral nesta minha cidade, Salvador, bastante conhecida pelo seu contexto de festas, de danças, de gestos e de movimentos, com uma população negra em torno de 72%. Eu faço parte dela, tentando acompanhar as mudanças culturais estimuladas pelo avanço tecnológico, pelas relações comerciais e educacionais contemporâneas.


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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.19123/eixo.v6i2.522