DETERMINAÇÃO DO TEOR DE COMPOSTOS BIOATIVOS E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE MORANGOS ORGÂNICOS E CONVENCIONAIS COMERCIALIZADOS EM UMA CAPITAL DA REGIÃO NORDESTE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19123/REixo.v14.n3.02


Palavras-chave:

Alimentos Orgânicos, Fragarias, Antioxidantes

Resumo

Este trabalho objetiva determinar o teor de compostos bioativos e a atividade antioxidante de morangos orgânicos e convencionais. As análises foram realizadas no Laboratório de Biofísica e Fisiologia da Universidade Federal do Piauí. Os resultados foram expressos como média e desvio padrão, e utilizou-se o teste t de Student (p < 0,05) para verificar diferença entre as médias do tipo de cultivo e os frutos. Observou-se maior conteúdo de flavonoides totais e antocianinas nos morangos do sistema de cultivo convencional, com exceção dos teores de fenólicos totais, que não diferiram significativamente entre as médias. Os morangos do sistema convencional, no extrato aquoso, apresentaram maior atividade e capacidade antioxidante total que no extrato etanoico, quando comparadas as do sistema de cultivo orgânico. Os valores de dimensões dos morangos encontrados são divergentes. Concluiu-se que o sistema de cultivo influenciou as características nutricionais e funcionais dos morangos analisados.

Biografia do Autor

  • Carla Keruleny Barrêto Lemos de Andrade, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Nutricionista. Especialista em Nutrição Clinica Funcional e Estética - Uninovafapi

  • Fernanda Ferreira Silva, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Nutricionista. Especialista em Nutrição Clinica Funcional e Estética - Uninovafapi

  • JOYCE LOPES MACEDO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

    Mestre em Alimentos e Nutrição - UFPI

  • Maria do Carmo de Carvalho e Martins, Universidade Federal do Pernambuco

    Doutora em Ciências Biológicas - UFPE

  • Paulo Humberto Moreira Nunes, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

    Doutor em Biotecnologia - UFPI

  • Ana Karolinne da Silva Brito, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

    Doutora em Biotecnologia - UFPI

Referências

ALVES, C. Q. et al. Métodos para determinação de atividade antioxidante in vitro em substratos orgânicos. Revista Química Nova. v. 33, n.10, p. 2202-2210. 2017.

BURGOS, G.; et al. Total phenolic, total anthocyanin and phenolic acid concentrations and antioxidant activity of purple-fleshed potatoes as affected by boiling. Journal of Food Composition and Analysis. v. 30, n. 1, p. 6-12, 2013.

CODEX ALIMENTARIUS, Pesticide residues in food and feed, 2013. Disponível em: http://www.codexalimentarius.net/pestres/data/pesticides/index.html. Acesso em: 28 de marco. 2024[incluir data de acesso no formato: dia do mês abreviado. ano.]

COPETTI, C. Atividade antioxidante in vitro e compostos fenólicos em morangos (Fragaria x ananassa Duch): influência da cultivar, sistema de cultivo e período de colheita. 2010. 89f. Dissertação (Mestrado em Ciências dos Alimentos) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2010.

FERREIRA, S. M. R.; et al. Qualidade do tomate de mesa cultivado nos sistemas convencional e orgânico. Ciência e Tecnologia de Alimentos. v. 30, n. 1, p. 224-230, 2010.

HORST, M. A.; LAJOLO, F. M. Biodisponibilidade de compostos bioativos de

alimentos. In: COZZOLINO, S. M. F. Biodisponibilidade de nutrientes. 3. ed. São

Paulo: Manole, 2009. p. 772–807.

KUMAZAWA, S.; et al. Antioxidant activity of polyphenolsin carob pods. Journal of Agricultural and Food Chemistry. v. 50, p. 373–377, 2002.

LEE, S.K.; KADER, A.A. Preharvest and postharvest factores influencing vitamin C content of horticultural crops. Postharvest Biology and Technology. v.20, n3, p.207-220, 2005.

LEHOTAY, S. J.; et al. Qualitative aspects in the analysis of pesticide residues in fruits and vegetables using fast, low-pressure gas chromatography-time-of-flight mass spectrometry. Journal of Agricultural and Food Chemistry. v.59, n.14, p.7544-7556, 2011

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALIMENTAÇÃO (NEPA ). Tabela brasileira dcomposição de alimentos. 4. ed. Campinas: NEPA-UNICAMP, 2011.

OLIVEIRA, A.B.de. Metabolismo antioxidante e qualidade durante a maturação de frutos tropicais produzidos pelos sistemas de produção orgânico e convencional. 117 f. 2012. Tese (Doutorado em Bioquímica) Centro de Ciências, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2012.

PRIETO, P.; PINEDA, M.; AGUIAR, M., Spectrophometric Quantitation of Antioxidant Capacity through the Formation of a Phosphomolybdenum complex: Specific Application to the Determination of Vitamin E. Analytical Biochemistry. v. 269, p. 337-341, 1999.

ROESLER, R.; MALTA, L.G.; CARRASCO, L.C.; HOLANDA, R.B.; SOUZA, C.A.S.; PASTORE, G.M. Atividade antioxidante de frutas do cerrado. Ciência e Tecnologia de Alimentos. v.27, n.1, p.53-60, 2007.

SANTOS, G.C.; MONTEIRO, M. Organic foods production system. Alim. Nutr., Araraquara, v.15, n.1, p.73-86, 2004.

SOUSA, C. M. M.; et al. Fenóis totais e atividade antioxidante de cinco plantas medicinais. Química Nova, v. 30, n. 2, p. 351-355, 2007.

SWAIN, T.; HILLS, W.E. The phenolic constituents of Prunus domestica. The quantitative analysis of phenolic constituents. Journal of the Science of Food and Agriculture. v.19, p.63-68, 1959.

VALAVANIDIS, A.; et al. Polyphenolic profile and antioxidant activity of five apple cultivars grown under organic and conventional agricultural practices. International Journal of Food Science and Technology. v.44, p. 1167-1175, 2009.

WANG, S.Y.; et al. Fruit quality, antioxidant capacity, and flavonoid content of organically and conventionally grown blueberries. Journal of Agricultural and Food Chemistry. v. 56, p.5788-5794, 2008.

Downloads

Publicado

2025-12-17

Declaração de Disponibilidade de Dados

Dados disponibilizados.

Edição

Seção

Ciências Agrárias

Categorias

Como Citar

CARLA KERULENY BARRÊTO LEMOS DE ANDRADE; FERNANDA FERREIRA SILVA; JOYCE LOPES MACEDO; MARIA DO CARMO DE CARVALHO E MARTINS; PAULO HUMBERTO MOREIRA NUNES; ANA KAROLINNE DA SILVA BRITO. DETERMINAÇÃO DO TEOR DE COMPOSTOS BIOATIVOS E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE MORANGOS ORGÂNICOS E CONVENCIONAIS COMERCIALIZADOS EM UMA CAPITAL DA REGIÃO NORDESTE. Revista Eixo, Brasília, v. 14, n. 3, p. e02, 2025. DOI: 10.19123/REixo.v14.n3.02. Disponível em: https://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/revistaeixo/article/view/81.. Acesso em: 8 jan. 2026.

Artigos Semelhantes

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.