IMPLICAÇÕES DO PERFECCIONISMO NA ATIVAÇÃO COMPORTAMENTAL DE PACIENTE DEPRESSIVO: UM ESTUDO DE CASO
DOI:
https://doi.org/10.19123/REixo.v12.n3.03Palavras-chave:
terapia cognitivo-comportamental, transtorno distímico, perfeccionismoResumo
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) está entre as abordagens que demonstram maior efetividade no tratamento de diversas psicopatologias, tais como o Transtorno Distímico. Por ter uma importante base psicoeducacional, a TCC oferece aos pacientes o benefício de aprender a identificar padrões cognitivos e comportamentais, permitindo mudanças gradativas e duradouras, tornando-os mais autônomos e melhorando a qualidade de vida. Quando uma pessoa está deprimida, um sintoma amplamente observado é a redução de atividades, muitas vezes contribuindo para a manutenção do baixo humor. Assim, a ativação comportamental aparece para administrar a evitação, que muitas vezes contribui para a manutenção do baixo humor, enfocando técnicas já nas sessões iniciais, como a programação de atividades. Desta forma, o presente estudo de caso teve como objetivo discutir como o terapeuta pode levar o sujeito à ativação comportamental, técnica utilizada na fase inicial do tratamento, quando ocorre o perfeccionismo. No processo terapêutico de uma paciente de 26 anos com transtorno distímico e traços de perfeccionismo alinhados a crenças de incapacidade, pôde-se trabalhar a ativação comportamental. Desta forma, foi possível modificar padrões cognitivos e de comportamento que afetavam como a paciente se sentia, garantindo maior funcionalidade e qualidade de vida.
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