UMA REVISÃO DO PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E DAS REPERCUSSÕES PERINATAIS EM PORTADORAS DE SÍNDROME HIPERTENSIVA GESTACIONAL
DOI:
https://doi.org/10.19123/REixo.v2.n1.04Palabras clave:
Hipertensão na gravidez, síndrome HELP, doença hipertensiva específica da gravidez, pré-eclâmpsiaResumen
Sabendo que a literatura é sempre agregadora e tendo em vista a multiplicidade de fatores predisponentes ao desenvolvimento da Síndrome Hipertensiva Gestacional (SHG), se solidifica como principal objetivo deste estudo, traçaruma revisão bibliográfica sobre o perfil clínico-epidemiológico de gestantes de alto risco portadoras de SHG, bem como suas repercussões perinatais. ASHG perfaz-se por doença incurável, salvo pela interrupção da gravidez. Ocupa a terceira causa de morte materna no mundo e a principal causa de morte materna no Brasil, atribuindo-se tais índices à grande quantidade de complicações. Pronuncia-se então, a necessidade de identificação precoce destas gestações, com o estudo complementar do ambiente fetal por meio de instrumentos que possibilitam avaliar a presença de hipóxia e suas conseqüências, sendo desejável a regulagem dos níveis pressóricos dentro dos parâmetros seguros para mãe e feto, cooperando deste modo para a redução da morbimortalidade neonatal. Sendo assim, este trabalho intenta agregar informação para que, cada vez mais, os profissionais da saúde permaneçam atentos aos vários aspectos de apresentação deste evento e assim estejam aptos na minimização dos efeitos advindos. Todo o arsenal de avaliações/ferramentas deve ser somado, para delinear a propedêutica, identificar e contornar tais vicissitudes além da decisão entre manutenção/interrupção da gravidez. Com base nesses achados, considera-se primordial uma assistência pré-natal de qualidade, em que as gestantes de risco sejam identificadas desde a anamnese até o exame clínico.
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