DE QUAL FORMAÇÃO PROFISSIONAL ESTAMOS FALANDO? UMA QUESTÃO COLOCADA AOS INSTITUTOS FEDERAIS.

Tarcísio Araujo Kuhn Ribeiro

Resumo


O artigo visa fomentar o debate sobre a concepção de trabalho predominante em dois campi dos Institutos Federais de Brasília e de Goiás, sendo respectivamente, o campus Planaltina e Uruaçu. Também foi analisada a legislação pertinente à educação profissional e aos Institutos Federais e ainda a literatura sobre o tema. Parte-se da contraposição de duas concepções de trabalho antagônicas, quais sejam: a visão do trabalho como valor de troca e a visão do trabalho como de uso. A primeira completamente alinhada com valores liberais capitalistas e a segunda aderente à teoria marxista socialista. O trabalho de campo contou com aplicação de questionários com o grupo de professores das áreas técnicas onde se abordou a percepção de cada docente sobre as duas visões de trabalho e ainda procurou-se investigar o nível do debate teórico sobre o tema. Embora com uma abrangência pequena, apenas dois campi, a pesquisa de campo revelou dados interessantes sobre o problema em questão que quando confrontados com a legislação e a literatura pertinentes, possibilitam uma melhor compreensão do atual estágio deste debate.


Palavras-chave


Trabalho; Instituto Federal; Educação Profissional e Tecnológica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19123/eixo.v1i2.63