MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA PARA A APRENDIZAGEMDE EMBRIOLOGIA: UM ESTUDO DE CASO NO ENSINO MÉDIO
DOI:
https://doi.org/10.19123/REixo.v15.n1.04Palavras-chave:
Ensino de embriologia, Mapas conceituais, Processos de aprendizagem.Resumo
a Embriologia trabalhada no Ensino Médio é um dos conteúdos que os estudantes identificam como de ‘maior grau de dificuldade’ de aprendizagem, especialmente por se tratar de eventos microscópicos, abstratos, com muitas nomenclaturas, diversidade de estruturas complexas e detalhadas. Mediante um atividade teórico-prática elaborada de forma proativa, construtiva e mediada, tivemos como objetivo analisar como os estudantes mobilizam e relacionam seus conhecimentos prévios para a construção de Mapas Conceituais que relacionem as diversas nomenclaturas e as diferentes fases do desenvolvimento embrionário humano. Os Mapas Conceituais obtidos demonstraram que os estudantes conseguem (re)estruturar os conhecimentos embriológicos e propor diferentes tipologias esperadas para essa técnica, desde as mais simples, diretas (linear, teia de aranha) até as mais elaboradas (rede conceitual). Observamos, assim, que os Mapas Conceituais podem e devem ser utilizados como uma atividade didática porque viabiliza espaços dialógicos entre docente, estudantes e objetos de estudo, permitindo que conhecimentos prévios sejam mobilizados e novos possam ser interconectados, promovendo um processo de aprendizagem mais significativo, estimulando ainda, a criatividade, a autoestima e a autonomia dos estudantes.
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