Prácticas tuteladas y la constitución de la identidad docente en la formación inicial de profesores de física
DOI:
https://doi.org/10.19123/REixo.v15.n1.03Palabras clave:
prácticas supervisadas, formación inicial, identidad docente, licenciatura en física, formación del profesoradoResumen
El objetivo de este artículo fue investigar la relación entre la Pasantía Curricular Supervisada y la constitución de la Identidad Docente de los estudiantes de pregrado en Física, identificando las potencialidades y dificultades a partir del análisis documental de los registros realizados por los estudiantes en sus informes de pasantía. El procedimiento metodológico utilizado tuvo un enfoque cualitativo, de estudio documental y se basó teóricamente en los estudios de Lima y Pimenta (2006), Pimenta (2012), Teixeira y Cyrino (2015), Horiye y Santana (2021), entre otros. Los resultados muestran que la Pasantía Supervisada desempeña un papel fundamental en la constitución de la Identidad Docente de los futuros profesores. El análisis documental reveló que a través de la teoría, la práctica y la reflexión (praxis), los pasantes pudieron experimentar la enseñanza, aprendiendo de los desafíos y superando las dificultades. La asociación entre la escuela y la institución de formación generó valiosas reflexiones, permitiendo a los alumnos superar la perspectiva dicotómica entre teoría y práctica.
Referencias
BRASIL. Ministério da Educação. CNE/CP Nº 4, de 29 de maio de 2024. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados e cursos de segunda licenciatura). Diário Oficial da União, Brasília, DF, Seção 1, p. 26-29, 3 jun. 2024. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=258171-rcp004-24&category_slug=junho-2024&Itemid=30192. Acesso em: 20 jan. 2025.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 set. 2008. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm Acesso em: 20 jan. 2025.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a organização da educação brasileira com base nos princípios presentes na constituição. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 20 jan. 2025.
CARVALHO, M. E. P. de. Mulheres na Física: experiências de docentes e discentes na educação superior. Cadernos Pagu, n. 62, p. e216214, 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/18094449202100620014. Disponível em:https://www.scielo.br/j/cpa/a/ZXnS4kmJKCDfVTyPjQM4qSp/. Acesso em: 23 dez. 2024.
DIAS, H. N.; ANDRÉ, M. A Incorporação dos Saberes Docentes na Formação de Professores. Revista Internacional de Formação de Professores, Itapetininga, v. 1, n. 3, p. 194-206, 2016. Disponível em: https://periodicoscientificos.itp.ifsp.edu.br/index.php/rifp/article/view/1426. Acesso em: 16 jul. 2024.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HORIYE, E. Y.; SANTANA, A. C. M. A Formação do Professor em Foco: o papel do estágio. Trama, Marechal Cândido Rondon, v. 17, n. 41, p. 45–58, 2021. DOI: 10.48075/rt.v17i41.26793. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/26793. Acesso em: 16 dez. 2024.
KLEIMAN, A. B.; REICHMANN, C. L. ‘tive uma visão melhor da minha vida escolar’: letramentos híbridos e o relato fotobiográfico no estágio supervisionado. Caderno de Letras, Pelotas, n. 18, p. 156-175, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/cadernodeletras/issue/view/476/8. Acesso em: 11 set. 2024.
LIMA, M. S. L.; PIMENTA, S. G. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis Pedagógica, Catalão, v. 3, n. 3 e 4, p. 5–24, 2006. DOI: 10.5216/rpp.v3i3e4.10542. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/poiesis/article/view/10542. Acesso em: 16 nov. 2024.
MACENHAN, C.; TOZETTO, S. S.; BRANDT, C. F. Formação de professores e prática pedagógica: uma análise sobre a natureza dos saberes docentes. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 11, n. 2, p. 505-525, 2016. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.11i2.0011. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/8738. Acesso em: 16 jul. 2024.
MARCELO, C. A identidade docente: constantes e desafios. Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p. 109–131, 2009. Disponível em: https://revformacaodocente.com.br/index.php/rbpfp/article/view/8. Acesso em: 17 jul. 2024.
MINAYO, M. C. S. (org.). Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. 28. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
MINAYO, M. C. S. (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
NÓVOA, A. Professores: imagens do futuro presente. Porto: Ed. Porto, 2009.
OLIVEIRA, V. A. de .; SILVA, A. C. da. Uma revisão da literatura sobre a evasão discente nos cursos de licenciatura em física. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 22, p. e11969, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-21172020210141. Disponível em: https://www.scielo.br/j/epec/a/HV5RXtsXxfGGtpcnqVZHpvd/. Acesso em: 10 dez. 2024.
PIANA, M. C. A construção do perfil do assistente social no cenário educacional. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. 233 p. ISBN 978-85-7983-0389. Disponível em: http://books.scielo.org. Acesso em: 20 jul. 2024.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e Docência. 8 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2017.
PIMENTA, S. G. O Estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? 11. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
REICHMANN, C. L. Letras e Letramentos: escrita situada, identidade e trabalho docente no estágio supervisionado. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2015.
SANTOS, P. F. dos; COSTA, V. G. da; PEREIRA, Diego Carlos. Registros nos cadernos de estágio supervisionado: contribuições para a constituição da identidade profissional docente. Revista Tempos e Espaços em Educação, São Cristóvão, v. 11, n. 27, p. 23–40, 2018. DOI: 10.20952/revtee.v11i27.7200. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revtee/article/view/7200. Acesso em: 23 dez. 2024.
SILVA, H. I.; GASPAR, M. Estágio supervisionado: a relação entre teoria e prática reflexiva na formação de professores do curso de Licenciatura em Pedagogia. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 99, n. 251, 205-221, 2018. DOI: https://doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.99i251.3093. Disponível em: https://rbep.inep.gov.br/ojs3/index.php/rbep/article/view/3326. Acesso em: 11 set. 2024.
TARDIF, M. Saberes docente e formação profissional. 13. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
TARDIF, M. Saberes Docentes e Formação Profissional.17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. 9º reimpressão, 2022.
TEIXEIRA, B. R.; CYRINO, M. C. C. T. O desenvolvimento da identidade profissional de futuros professores de matemática a partir da supervisão de estágio. Bolema, Rio Claro, v. 29, n. 52, p. 658-680, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bolema/a/nhF7CnNhwVWyx9VWtQjWpSJ/abstract/?lang=pt# Acesso em: 19 jul. 2024.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Licencia
Derechos de autor 2026 Roslayne Torres Paiva Morais , Ana Beatriz Carvalho Lima, Maria de Lourdes da Silva Neta, Antonio Germano Magalhães Júnior (Autor)

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Nos seguintes termos:
- Atribuição - Você deve dar o crédito apropriado , fornecer um link para a licença e indicar se as alterações foram feitas . Você pode fazê-lo de qualquer maneira razoável, mas não de qualquer forma que sugira que o licenciante endossa você ou seu uso.
- Não Comercial - Você não pode usar o material para fins comerciais .
- ShareAlike - Se você remixar, transformar ou construir sobre o material, você deve distribuir suas contribuições sob a mesma licença que o original.
- Sem restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros de fazer qualquer coisa que a licença permita.










